O polvo-de-anéis-azuis usa suas toxinas tanto como predador, para caçar pequenos peixes, como em autodefesa, quando se sente ameaçado. O
veneno ultrapotente é produzido por glândulas localizadas junto à boca do animal e introduzido na vítima pela mordida do bicho. A mordida em si não é muito dolorida, mas em poucos minutos a pessoa sente náuseas e começa a ficar com a visão embaçada até tudo à sua volta escurecer por completo. Depois, vem a perda do sentido do tato e a impossibilidade de falar ou engolir. Em aproximadamente meia hora, a toxina produzida pelo polvo pode deixar a vítima paralisada e matá-la por asfixia.
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